Rússia adverte gestão "totalitário" dos Estados Unidos na Internet

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21 de dezembro de 2011

Moscou, RússiaAlexander Lukashevich, porta-voz do Ministério do Exterior russo advertiu na segunda-feira sobre os esforços de controle unilateral da Internet por parte dos Estados Unidos a outras nações e empresas que seriam submetidas ao seu controle, através do projeto legislativo chamado Global Online Freedom Act (Lei de Liberdade Online Global).

Em caso de possível aprovação, o país norte-americano poderá inclusive restringir o envio de tecnologia de software e hardware aos países que se encontre em sua lista negra, obrigando as companhias a reportar ao governo sobre suas atividades nesses territórios. Também prevê que o Departamento de Estado publique informes sobre os países estão limitando o uso da Internet.

Aparentemente, alguns representantes do establishment estado-unidense manterem os restígios da Guerra Fria que agora querem transferir para a esfera das altas tecnologias e das comunicações. É como se alguns membros do establishment estado-unidense estiveram aplicando a mentalidade de confrontação e esquemas herdados da Guerra Fria em tecnologias web. Portanto, EUA novamente procura novamente assumir o papel de regulador supremo e árbitro.

Ademais, Estados Unidos conhece a aplicação dos direitos e liberdades fundamentais no ciberespaço de nenhuma forma está desprovida de condições, pois este é limitado pelos interesses da segurança interna e a ordem pública, sem violar outros direitos.

Lukashevich indica que o tema da regulamentação da Internet deveria ser da competência das Nações Unidas baseando-se na soberania dos Estados nacionais, falicitando-se mecanismos de controle para sua aplicação, recomendando o Código de Conduta Internacional para a Segurança da Informação, sugerido pela Rússia na última sessão do Conselho de Segurança.

Por sua parte, congressista da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Chris Smith, defende a iniciativa, argumentando que a meta é proteger "as pessoas em dissidência com os estados que se vagam da repressão como ferramenta de controle político.".

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