Pesquisas preveem um resultado próximo do referendo na Escócia

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14 de setembro de 2014

As pesquisas sobre intenções de voto do próximo referendo sobre a independência da Escócia prever um resultado estreito. Ambos os lados, independentistas (separatistas) e unionistas, finalizaram os esforços antes que celebrem a votação que tem lugar na quinta-feira, ao mesmo tempo que quatro pesquisas publicadas este fim de semana dão ao vitória do não; no entanto, em todos os casos, por uma pequena margem.

Para contrastar, The Sunday Telegraph revela uma vitória do sim, 54% a 46%, enquanto o The Sunday Times prevê que Escócia permanecerá no Reino Unido, de 51% a 49%. Os partidários do Sim e do Não permanecem empatados depois de dias de incerteza e especulação. Além disso, os três líderes britânicos haviam entraram na luta pela união, uma manobra que demonstra o "pânico" da elite Westminster, sinalizou Alex Salmond, primeiro-ministro escocês e impulsor da Escócia independente.

Chris Mason, da BBC, disse que qualquer pesquisa deve ser tomado com cuidado, porque "são uma amostra de um momento concreto, podem equivocar-se". Enquanto o professor da Universidade de Strathclyde, John Curtice, as qualifica como "reconhecida autoridade em mudanças de opinião pública em campanha". Em sua "pesquisa das pesquisas", Strathclyde dá vitória ao Não por 51%. E em respeito à sondagem do Sunday Telegraph adverte que se este se baseia nas respostas de 705 pessoas, enquanto o resto têm pelo menos mil.

Para 20 Minutos, o voto feminino pode ser determinante. Mulheres, estudantes e reformados, são os grupos que os independentistas já lutam mais para convencer. The Guardian, da última sexta-feira revelou que só 45% das mulheres apoiam a independência, a diferença dos 52% dos homens que diz que sim. "Uma das possíveis razões que se argumentam para explicar o menor entusiasmo feminino baixo a secessão é a visão mais pragmática e menos romântica das escocesas à independência".

A maior proposta para dar um giro aos resultados é a promessa de maiores apoio para o cuidado infantil após a independência. A promessa foi incorporada no Papel Branco, o documento que explica todo o projeto separatista do Partido Nacional Escocês. Em caso de ganhar o sim, Escócia seria independente até 24 março de 2016, de acordo com as datas estabelecidas por Salmond, de acordo com David Cameron, primeiro-ministro britânico, em 15 de outubro de 2012, para a celebração do referendo.

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Fontes[editar]

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