Milhares de unionistas marcham contra a independência da Escócia

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13 de setembro de 2014

Este sábado, cerca de 12 000 militantes da Ordem de Orange, um grupo unionista protestante da Irlanda do Norte e Escócia, marcharam em Edimburgo contra a independência escocesa, ou seja, saíram às ruas para defender o "não" no referendo que Escócia realizará no próximo dia 18 de Setembro.

Usando tambores, flautas, bandeiras, chapéus-coco e bandas laranjas, o grupo de protesto disse que a votação ameaça sua cultura e história. "É como se despojado de sua própria história. Que é que você vai contar para seus netos?", declarou Jim Prentice, um jardineiro de Glasgow. Enquanto o Grão-Mestre da facção escocesa da Ordem, Henry Dunbar, advertiu: "Se algo [lhe] estava a faltar à campanha unionista é paixão e isso que nós precisamente o trazemos a nós."

Better Together, a campanha em prol do não, já havia mencionado que não tem relação com a marcha da Ordem. Por medo a que se desencadeie a violência, como já aconteceu em outras marchas da Order, os pubs da rua Real da cidade, foram fechadas e a polícia já havia mobilizada.

A Ordem de Orange foi fundada em 1795 e comemora anualmente a vitória, na Batalha de Boyne em 1690, do protestante William de Orange sobre o católico James II da Inglaterra. Tem também raízes históricas na Irlanda do Norte e conta com uma forte presença nas Terras Baixas da Escócia e no norte da Inglaterra.

Por outro lado, novas sondagens sinalizam um aumento contínuo de apoio à união. Uma pesquisa publicada pelo jornal The Observer revelou que 53% dos entrevistados respalda em permanecer no Reino Unido, ante um 47% deseja a separação. Também, Survation mostrou similares resultados em sua pesquisa, pois 54% disseram não, enquanto os separatistas foram só 46%. No entanto, os independentistas foram feitas mais visível nas ruas este fim de semana, mobilizados 35 000 voluntários para distribuir 2,5 milhões de panfletos a favor da secessão.

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Fontes

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