Príncipe Harry e esposa recontratam funcionários britânicos, inclusive o chefe de relações públicas; casal mira Reino Unido

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30 de dezembro de 2020

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Estabelecidos na América do Norte há mais de um ano e nos Estados Unidos desde março, quando deixaram oficialmente de fazer parte da Família Real britânica, o Príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle miram agora o Reino Unido, onde querem recuperar parte de sua popularidade.

E para isto, segundo o Daily Mail com exclusividade ontem, teriam recontratado o seu ex-chefe do setor de Relações Públicas, James Holt, e duas outras funcionárias, Clara Loughran e Beth Herlihy, que trabalhavam na área de projetos sociais e de caridade do casal.

A notícia veio apenas alguns dias depois dos tabloides britânicos reportarem que Harry e Meghan queriam uma extensão do Spring Transition, prazo dado pela Rainha Elizabeth II para o casal decidir definitivamente se voltaria a morar no Reino Unido ou não e que encerraria no final de março de 2021.

Novo podcast

Em meio aos rumores, o casal divulgou ontem um novo podcast, desta vez com uma pequena participação do filho de 19 meses, Archie, e de celebridades como Elton John, Deepak Chopra, Naomi Osaka e Tyler Perry.

Eles assinaram um contrato de cerca de 30 milhões de dólares com a Spotify para produzir podcasts e meses antes, um contrato de 150 milhões com a Netflix para a realização de uma série.

Briga com a imprensa

O principal motivo da mudança do casal para a América do Norte foi para fugir da perseguição da imprensa, que costumava, principalmente, retratar Meghan Markle de forma negativa. Pouco antes da mudança, inclusive, Harry havia anunciado que o casal estava processando o Daily Mail e outros jornais do grupo por "mentiras".

E a questão racial, já que ela é uma afrodescendente, para alguns, pode ter sido um dos motivos desta retratação negativa, já quem em novembro de 2016, quando o relacionamento se tornou público, a própria Casa Real chamou atenção oficialmente para o assunto ao emitir um comunicado pedindo para que o racismo contra a então atriz parasse.

Após o nascimento de Archie, o pequeno chegou a ser chamado de macaco por um radialista da BBC, que foi depois demitido.

No domingo passado, o Daily Mail foi obrigado pela Justiça a publicar um pedido de desculpas e fazer uma doação a uma ONG fundada por Harry, a Invictus Games, por ter escrito outra mentira: a de que o príncipe havia dado as costas para as Forças Armadas britânicas.

Personas non gratas

Ao longo do ano, o casal perdeu popularidade no Reino Unido e por isto, segundo observadores, é ainda mais importante que o casal invista numa campanha de Relações Públicas no país.

Uma campanha parecida já está sendo feita nos Estados Unidos e teve como início a divulgação do livro Finding Freedom, que conta a versão do casal, através do depoimento de amigos, de sua vida na realeza britânica. Poucos meses atrás eles também contrataram a relações públicas Christine Weil Schirmer, ex-chefe de comunicações do site Pinterest.

No Reino Unido em setembro passado, segundo o website especializado em pesquisas You Gov, 48% dos britânicos achavam que o casal "deveria perder os títulos de Duque e Duquesa de Sussex", 27% disseram que eles "deveriam manter os títulos" e 25% disseram que "não sabiam" opinar sobre o assunto.

O You Gov reportou no final de outubro que a popularidade dos dois tinha caído significativamente.

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