Príncipe Harry e Meghan assinam contrato com Spotify

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

15 de dezembro de 2020

Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram

O Príncipe Harry e sua esposa, a ex-atriz Meghan Markle, surpreenderam novamente hoje ao ser anunciado que eles haviam assinado um contrato com a Spotfy para a criação de podcasts produzidos por uma de suas marcas, a Archewell Audio.

O anúncio foi divulgado pela própria Spotfy em suas redes sociais e logo virou matéria de importantes veículos de comunicação, como a CNN e a revista de celebridades People.

A CNN chegou a chamar o assunto de "o império de mídia do Príncipe Harry e Meghan Markle", já que poucos meses atrás o casal assinou também um longo contrato com a Netflix.

As supresas protagonizadas pelo casal

  • Janeiro: Harry e Meghan anunciam que iriam deixar parte de suas atividades na Casa Real - no que foi depois chamado pela imprensa de Megxit (Meghan + Brexit) - para poder levar uma vida mais reservada, longe da perseguição da imprensa;
  • Março: o casal, que morava temporáriamente no Canadá, se muda para os Estados Unidos e Donald Trump usa o Twitter para dizer que não haveria serviço de proteção especial para o casal, ao que eles respondem que nunca haviam pedido (Harry, como neto da Rainha do Reino Unido, tem direito à proteção especial por forças policiais);
  • Abril: Meghan reestreia no cinema, narrando o documentário Elefantes (Elephants), da Disney;
  • Maio: é lançada uma biografia sobre o casal, chamada Finding Freedom, contando a versão dos dois sobre sua vida junto à Família Real, mas chovem críticas sobre o livro fazer justo o contrário do que eles diziam querer, que era ter uma vida mais reservada;
  • Agosto: é revelado que Meghan Markle estaria trabalhando num projeto político com Michelle Obama para incentivar as votações populares nas eleições presidenciais dos EU deste ano, o que teria irritado Trump - o detalhe é que membros de Famílias Reais não podem manifestar posições políticas;
  • Setembro: o casal assina um contrato de cerca de 150 milhões de dólares com a Netflix, num caso sem precedentes na realeza britânica [e mundial];
  • Novembro: Meghan escreve um texto para o NY Times onde revela que sofreu um aborto em julho; voltam a chover críticas sobre a exposição do casal na imprensa;
  • Dezembro: Harry e Meghan revelam que assinaram um contrato com a Spotfy e que além de sua fundação Archewell, também tinham uma produtora chamada Archewell Audio.

Popularidade em queda entre os britânicos

Numa pesquisa feita pelo You Gov, um instituto de pesquisas, Meghan, que muitos culpam pelo afastamento do marido da Família Real, recebia semanas atrás 35% de opiniões negativas, contra 37% de opiniões positivas - um empate técnico, portanto. Em janeiro passado o You Gov chegou a escrever que, após o casal decidir deixar de cumprir seus deveres reais, Meghan "é odiada por 49% a 38%" das pessoas.

Já em outubro, o mesmo instituto apontava que 48% dos britânicos achavam que o casal deveria perder os títulos de Duque e Duquesa de Sussex, enquanto apenas 27% disseram que eles "deveriam manter os títulos" e 25% disseram que "não sabiam" opinar.

Notícias Relacionadas


Fontes

Compartilhe
essa notícia:
Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit