Novos livros prometem envolver Casas Reais do Reino Unido e da Bélgica em mais polêmicas

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11 de maio de 2020

Harry e Meghan serão protagonistas de dois livros a serem lançados

Dois novos livros sobre a realeza britânica estão prestes a ser lançados, um deles nos próximos dias. "Kensington Palace: An Intimate Memoir From Queen Mary To Meghan Markle" traz revelações feitas por ex-empregados da Casa Real britânica, que trabalharam nos diversos palácios onde a Rainha, seus filhos e netos vivem ou viveram. Nesta obra, precisamente, um dos focos de atenção será, novamente, a relação do Príncipe Charles, futuro Rei do Reino Unido, com a sua primeira esposa, a falecida Princesa Diana. De acordo com o autor do livro, um dos ex-empregados que trabalhou no Palácio de Kensigton disse que, ao contrário do que muitas vezes é escrito pela imprensa, o casal nunca foi feliz e brigava constantemente, mesmo nos primeiros anos de casamento. “Podia-se ouvi-los brigando quase desde o dia em que se mudaram para Kensington”, revelou o ex-funcionário.

Outro dos focos, obviamente, será a curta presença da atriz americana Meghan Markle como parte da Casa Real. Ex-funcionários revelaram, por exemplo, que Kate Middleton, futura Rainha Consorte, foi muito amável com Meghan, o que seria característico de sua personalidade, e que teria ficado horrorizada ao ouvir a americana gritar com um dos empregados no Palácio de Kensington, onde os casais moravam. Eles também teriam garantido que este havia sido o estopim para a mudança de Meghan e Harry para uma casa nos jardins do Castelo de Windsor. O autor também escreve que, segundo fontes de Kensington, há pessoas da Família Real que desprezam Meghan por ela ser “americana, divorciada e afrodescendente” e que este pode ser o motivo das reações exageradas da Duquesa de Sussex perante os empregados. “Ela se preocupava muito com o fato de poder ser menosprezada”, segundo o autor.

Já outro livro é, justo, uma biografia autorizada de Meghan e Harry, os Duques de Sussex, que recentemente se mudaram para Los Angeles, após deixarem suas funções na Casa Real. O livro trará o testemunho pessoal dos dois sobre os três anos em que trabalharam para a Casa Real britânica juntos e já causa polêmicas, não só devido ao título “Encontrando a liberdade: Harry e Meghan e como fazer uma família real moderna” (Finding Freedom: Harry and Meghan and the Making of a Modern Royal Family), questionado por causa do uso da palavra “royal” e porque pessoas com o status deles precisariam “encontrar a liberdade”, mas também quanto às possíveis revelações que o casal fez, uma vez que sua saída da Casa Real não foi como haviam planejado, tendo os dois perdido o direito de usar seu estilo de Altezas Reais e o direito de usar a palavra “royal” (real) como marca.

Já na Bélgica, o livro “Albert II”, que também deve ir para as bancas esta semana, igualmente causa alvoroço. Na obra, seu autor contará histórias sobre o ex-chefe de estado do país, que renunciou em 2013, incluindo um capítulo sobre a má relação com o filho mais jovem, Laurent. Segundo o autor, o príncipe teria feito investigações pessoalmente sobre uma possível relação do pai com o pedófilo e assassino em série belga, Marc Dutroux, já que nos anos 1980 haviam circulado rumores de que Alberto estaria frequentando “festas sexuais” com menores de idade. Outro dos prováveis capítulos será sobre Delphine Boël, a filha ilegítima de Alberto, que por mais de 5 anos batalhou nos tribunais do país para ter a paternidade reconhecida. O caso de Delphine só foi resolvido meses atrás, quando o rei finalmente admitiu a paternidade, após a justiça obrigá-lo a fazer testes de DNA em 2019.

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