Pompeo pede à China que entre novamente em negociações sobre armas nucleares

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7 de agosto de 2020

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, reiterou seu apelo à China para que se junte às negociações sobre armas nucleares.

“Esperamos que o lado chinês decida participar”, disse Pompeo a repórteres em entrevista coletiva em Washington. “Acreditamos que seja do interesse deles. Acreditamos que isso é do interesse de todo o mundo”.

O secretário de Estado lembrou que, em sua opinião, a participação da China nas negociações para a limitação dos arsenais nucleares de alta potência tornará o mundo mais seguro.

Ele expressou esperança de que a Rússia tente convencer Pequim a participar das negociações nucleares. “Espero que eles participem disso. Esperamos que a Rússia os incentive a participar dessas negociações”, disse Pompeo.

Ele expressou otimismo sobre as recentes negociações com a Rússia em Viena para prorrogar o tratado START-3 por mais cinco anos. O acordo alcançado pelo governo do presidente Barack Obama expira em 5 de fevereiro de 2021.

O tratado limitou o número de ogivas nucleares que os Estados Unidos e a Rússia podem possuir (não mais que 1.550 para cada lado) e criou um regime de verificação, incluindo 18 inspeções no local por ano.

“Fizemos progressos com o lado russo”, disse o secretário de Estado, sem entrar em detalhes. “Tivemos duas reuniões de sucesso. Espero que façamos outra em um futuro próximo”.

Ao mesmo tempo, Pompeo também defendeu a decisão de se retirar do acordo com a Rússia sobre mísseis de médio e curto alcance. “Nós retiramos o Tratado INF porque os russos não o cumpriram”, disse ele.

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