Meghan Markle revela que sofreu aborto espontâneo meses atrás

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25 de novembro de 2020

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Num texto especial para o The New York Times, sobre o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), Meghan Markle revelou que em julho passado teve um aborto espontâneo.

O texto, intitulado "As perdas que compartilhamos", inicia com ela relatando o começo de um dia qualquer, quando após trocar a fralda de seu filho Archie e prender o cabelo, sentiu uma câimbra muito forte. "Eu sabia, enquanto segurava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo filho. Horas depois, eu estava deitada em uma cama de hospital, segurando a mão de meu marido. Senti o suor em sua palma e beijei seus dedos, molhados com nossas lágrimas. Olhando para as paredes brancas e frias, meus olhos ficaram vidrados. Tentei imaginar como nos curaríamos", escreveu, para depois discorrer sobre as perdas, incluindo as causadas pela morte de pessoas devido a COVID-19 e as provocadas pela violência, como no caso da morte de George Floyd.

O assunto repercutiu no Brasil, em sites de notícias como o do G1, Folha de São Paulo e da revista Isto É, e no mundo todo, em revistas como a Harper's BAZAAR dos Estados Unidos e na revista de celebridades Hola da Espanha. O termo "Meghan Markle" também era um dos topic trends no Twitter Brasil esta manhã.

Megxit e mudança para os Estados Unidos

Em outubro de 2019, após uma viagem oficial ao Continente Africano em companhia do filho, Harry e Meghan anunciaram que passariam uma temporada na América do Norte. Semanas depois, começaram rumores de que a família estivesse residindo no Canadá, onde Meghan morava e trabalhava como atriz antes de se casar.

Em janeiro de 2020 o casal surpreendeu o mundo ao anunciar que tinha decidido deixar de exercer funções na Casa Rela britânica como "membros seniors" e que passaria a morar na América do Norte uma parte do ano. No entanto, semanas depois, após reuniões com a Rainha Elizabeth e o Príncipe Charles, a própria Rainha decidiu que o casal deixaria de fazer parte da Família Real, não atenderia mais qualquer atividade oficial e não usaria mais o título de Altezas Reais. Harry também perdeu o direito de usar suas insígnias militares, mas manteve, legalmente, seu posto na linha sucessória.

A decisão é temporária, segundo a Rainha, podendo ser revista em 2021.

A saída do casal foi, na época, chamado pela imprensa de Megxit, uma junção dos termos Meghan e Brexit.

Em março, pouco antes do agravamento da pandemia de Covid-19 e do fechamento das fronteiras, Harry e Meghan se mudaram para os Estados Unidos, onde atualmente moram na Califórnia e onde trabalham em atividades relacionadas à caridade e outros temas sociais.

A decisão do casal de deixar suas funções e o Reino Unido se deve à má relação com a imprensa, principalmente com tabloides como o Daily Mail e Mail on Sunday, os quais o casal está processando por "mentiras".

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