Economia em destaque nas campanhas de Trump e Biden

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7 de setembro de 2020

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Agência VOA

A administração Trump e a campanha de Biden discutiram, no domingo (6), em torno do estado da economia dos Estados Unidos, oito semanas antes da eleição presidencial, de 3 de novembro.

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, citou a queda na taxa de desemprego para 8,4% em agosto e o acréscimo de 1,4 milhões de empregos como evidência de que a economia americana, a maior do mundo, está a recuperar do pior da turbulência infligida pela pandemia do coronavírus.

"Teremos um (produto interno bruto) fenomenal no terceiro trimestre" que se estende de julho a setembro, disse Mnuchin no programa "Fox News Sunday".

Mas ele reconheceu que a economia dos EUA ainda precisa de, pelo menos, 7,5 milhões de novos empregos para ser comparada a março, quando a taxa de desemprego registava o baixo histórico – em cinco décadas - de 3,5%.

Milhões de trabalhadores continuam desempregados, enquanto os empregadores eliminam empregos permanentemente. Mais de 50 milhões de pessoas, numa ou noutra fase =, receberam subsídio de desemprego este ano.

"A economia americana está a recuperar", disse Mnuchin, acrescentando que o presidente republicano Donald Trump "vai recuperá-la. A economia continua a recuperar e não vamos desistir até que todos voltem ao trabalho."

'Mas a senadora Kamala Harris, candidata à vice-presidente democrata, descreveu Trump como "um fracassado e incompetente" na gestão da economia durante a pandemia.

Ela disse à CNN que Trump apenas avalia o crescimento da economia "com base em quão bem as pessoas ricas estão. Uma em cada cinco mães diz que o filho menor de 12 anos passa fome ".

Mnuchin disse que o Senado controlado pelos republicanos tentará, esta semana, aprovar um pacote reduzido de alívio face ao coronavírus para acrescentar aos três trilhões de dólares de ajuda que o Congresso e Trump autorizaram no início deste ano.

Mas os legisladores republicanos e democratas não conseguiram chegar a um acordo sobre um pacote mais amplo de nova assistência, discordando, entre outras questões, no volume de assistência adicional aos desempregados e quanto à duração.

Até o final de julho, o governo pagava 600 dólares, por semana, aos desempregados, além de benefícios estaduais menos generosos.

Trump assinou uma ordem executiva pedindo 400 dólares, por semana, de pagamentos extras, mas os governos estaduais têm demorado no desembolso do valor e nem todos os estados concordaram em fazer os pagamentos.

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