Covid-19: hospitais do Amazonas ficam sem oxigênio e pacientes serão transferidos para outros estados

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

14 de janeiro de 2021

Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram

“Estamos no momento mais crítico da pandemia. Algo sem precedentes no estado do Amazonas, em que enfrentamos muitas dificuldades em conseguir insumos. A principal dificuldade atualmente tem sido a aquisição de oxigênio”, disse hoje o governador do Amazonas, Wilson Lima, ao explicar que o governo iria transferir 235 pacientes com covid-19 para tratamento em outros estados.

Cem pacientes serão transferidos para hospitais da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), no Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás e Distrito Federal, e os demais para a rede estadual de saúde de Goiás.

Em relação ao abastecimento de oxigênio nas unidades hospitalares, o governador ressaltou que todas as medidas para solucionar as dificuldades logísticas de abastecimento do produto, apresentadas pela empresa responsável, estão sendo adotadas junto ao Governo Federal. “O Estado do Amazonas está tomando algumas providências relacionadas à questão do oxigênio. Nós já entramos com uma ação na justiça contra a empresa para garantir que ela abasteça em quantidade suficiente, explicou o governador Wilson Lima.

Ele também disse que tem conversado com o ministro da Saúde Eduardo Pazuello e que "o Planalto está mobilizado para que a gente possa superar esse momento o mais rápido possível". "Nós estamos numa operação de guerra", completou.

Novo decreto restringe atividades

O governador também anunciou hoje novas ações para controlar o agravamento da pandemia no estado, que incluem novas medidas de restrição. Pelo novo decreto, fica proibido o transporte coletivo de passageiros em rodovias e rios e suspensa a circulação de pessoas nas ruas, em todo o estado, entre às 19h e 6h.

Atividades e transporte de produtos essenciais à vida poderão continuar a funcionar, assim como a circulação de pessoas que trabalham em áreas estratégicas e essenciais, como na saúde, segurança pública e imprensa, também fica assegurada.

Notícias Relacionadas

Fontes

Compartilhe
essa notícia:
Email Facebook Twitter WhatsApp Telegram LinkedIn Reddit