Carlos Bolsonaro deixa as redes sociais

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12 de novembro de 2019

O filho do presidente Jair Bolsonado, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) da cidade do Rio de Janeiro, amanheceu hoje (manhã de terça-feira, 12) sem seus perfis nas três redes sociais: Twitter, Facebook e o Instagram. No entanto, o site de plataforma de vídeos Youtube do Carlos Bolsonaro continua ativo, com 102 mil inscritos e mais de 19,7 milhões de visualizações.

Até a noite de ontem (11), todas as contas nas redes sociais (Twitter, Facebook e Instagram) dele estavam ativas e todas elas amanheceram excluídas, provocando grande repercussão nas redes sociais e nos sites de notícias, especulando se ele excluiu as contas ou se elas foram suspensas por algum motivo.

De acordo com o site Congresso em Foco, citando fontes das redes sociais e aliados próximos de Carlos, a saída das redes sociais foi a decisão do próprio vereador e que não houve qualquer interferência por parte das empresas.

Reações

Procuradas pela imprensa, os envolvidos deram declarações de que as contas não foram excluídas ou banidas pelas redes sociais, como foi inicialmente noticiada.

O Twitter informou que não tomou qualquer medida em relação à conta do vereador na rede social. É possível desativar o perfil por 30 dias, sem perder as publicações.

Facebook e Instagram não se manifestam a respeito de contas específicas. No entanto, ao contrário do Twitter, o usuário consegue suspender as contas por tempo indeterminado.

Histórico

Carlos Bolsonaro é um usuário intenso de redes sociais e durante as eleições presidenciais do ano passado, comandou as contas sociais do seu pai, que o próprio adimitiu que ele foi um dos principais responsáveis por sua vitória. No entanto, após as eleições e a posse do pai deste ano, continuou a usar as redes sociais dele, o que tem rendido controvérsias em alguns momentos no decorrer de 2019.

Entre elas de a maior repercussão foi a publicação da mensagem no Twitter em que seu pai ter se manifestado favorável à prisão em segunda instância, na época em que o Supremo Tribunal Federal (STF) estava julgando o tema. Minutos após a publicação e sua repercussão, foi deletado e Carlos veio a público assumir a autoria e pedir desculpa pela publicação sem a autorização do presidente.

Fontes

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