Turquia admite que negociou com os jihadistas para liberar os 49 reféns

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21 de setembro de 2014

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, admitiu que houve um "resgate político" em relação à liberação dos 49 reféns sequestrados pelo Estado Islâmico (EI, ex-Estado Islâmico do Iraque e do Levante, EIIL). No entanto, não houve um acordo monetário ou pagamento de resgate.

"Não se pode falar de nenhuma maneira de um resgate monetária, porém um resgate político, diplomático, sim; de que outra maneira haveríamos conseguido liberar nossos 49 cidadãos", disse Erdogan momentos antes de viajar aos Estados Unidos para a Assembleia Geral das Nações Unidas.

Questionado sobre as especulações de que os cidadãos turcos foram trocados por jihadistas presos, Erdogan asseverou: "Pode haver uma troca ou não ter havido-o. O resultado é que nossos 49 cidadãos e funcionários já voltam à Turquia. Sou o presidente e eu tenho que cuidar que não passe nada a nossos cidadãos, inclusive se houvera uma troca".

Além disso, insistiu em que foi uma operação realizada integramente pelo MIT, serviço secreto turco.

Horas antes, Hakan Fidan, chefe do MIT, declarou em entrevista que o resgate se realizou "sem disparar nenhum só tiro, graças à paciência, a inteligência e a determinação".

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