EUA impõem sanções contra pessoas que interferiram nas eleições

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12 de agosto de 2020

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A atualização da "lista negra" à qual vários russos foram acrescentados visa proteger as próximas eleições presidenciais dos EUA da interferência estrangeira, disse o Tesouro dos EUA em comunicado.

"Os Estados Unidos continuarão a usar todas as ferramentas à sua disposição para conter as campanhas de desinformação russas e manter nosso sistema eleitoral intacto", disse Steven Mnuchin.

"A Rússia está usando muitos fantoches na tentativa de semear a discórdia entre os partidos políticos e criar discórdia interna para influenciar os eleitores", disse o Ministério das Finanças em um comunicado.

Em particular, um membro do parlamento ucraniano, Andriy Derkach, que, segundo o departamento, é um agente russo há mais de dez anos e mantém laços estreitos com os serviços especiais russos, caiu nas sanções.

“Andrei Derkach e outros agentes russos usam manipulação e engano para influenciar as eleições nos Estados Unidos e em todo o mundo”, acrescentou o secretário do Tesouro, Mnuchin.

As sanções têm como objetivo expor as campanhas russas de influência maliciosa e proteger as próximas eleições da interferência estrangeira. Conforme enfatizado no Ministério das Finanças, estas declarações é um sinal claro para Moscou de que tais atividades são inaceitáveis.

As sanções significam o congelamento de todos os bens dessas pessoas que estejam sob a jurisdição dos Estados Unidos.

O Tesouro dos EUA impôs sanções contra russos e um ucraniano. Em mensagem no site da agência, afirma-se que essas pessoas estão envolvidas em interferências nas eleições e em ataques cibernéticos.

Fontes

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