Croácia se torna o 28º membro da União Europeia

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Bandeiras europeia e croata ante à sede do Ministério dos Assuntos Exteriores e Integração Europeia da Croácia.
Foto: Bogdan Giuşcă.

1 de julho de 2013

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A União Europeia conta desde hoje, com um novo membro, após a adesão da Croácia. Com a incorporação do país balcânico, o bloco europeu já conta com 28 Estados membros e mais de 505 milhões de habitantes.

Culmina assim o processo de apresentação da candidatura começou no dia 21 de fevereiro de 2003 quando a Croácia, quase 12 anos depois da independência, solicitou seu ingresso, pouco mais de 10 anos após a adesão à União Europeia tem realizada naquela noite.

Desde então, já teve que levar a cabo diversas reformas para cumprir com os requisitos de acesso à União Europeia, os chamados Critérios de Copenhagen (em Portugal é "Copenhaga", no Brasil é "Copenhague"), que requerem que o Estado tenha umas instituições que preservam os direitos humanos e a governabilidade democrática, que disponha uma economia de mercado em funcionamento, e que aceite as obrigações e as intenções da UE.

Assim, a adesão da Croácia só foi possível devido à consolidação das instituições do país, a Corte Constitucional (ou Tribunal Constitucional) e do Provedor de Justiça (ou Defensor Público); a reforma eleitoral, além das melhorias que têm produzido nos últimos anos sobre em matéria dos direitos das minorias e para o retorno e integração de refugiados.

A recente votação dos parlamentos de vários países europeus resultaram em acordo de integração e o referendo croata de 2012, sobre a integração da UE foi aprovada em 66,27% não houve obstáculo a essa alargamento.

Para este pequeno país da Antiga Iugoslávia, no entanto, a integração na União Europeia não deverá marcar uma melhoria econômica flagrante. O país se encontra em recessão a quase 5 anos (desde 2009, quando foi atingido pela crise econômica e financeira no final de 2008) pelo menos 21% da população se encontra desocupada (desempregada) e seu PIB é a terceira mais baixo da União Europeia. Com a entrada da Croácia, agora já são nove países da União Europeia se encontram em recessão.

Além das considerações de ordem econômica, esta integração tem como objetivo manter a paz em uma área duradoura duramente atingidos na década de 1990, os sérvios e outros antigos estados da Iugoslávia está sendo candidatos a integração com suporte e salute importantes esforços democráticos.

Porém, um setor econômico deve ser reforçada, no entanto, o turismo é a grande vantagem da Croácia com 11,8 milhões de turistas em 2012. A Croácia também mostra seu desejo de integrar a zona do euro "o mais rapidamente possível", mas acrescentou que ele iria primeira regra que os problemas atuais da área. A integração na área Schengen foi fornecida para 2015.

Reações

Atualmente, os 70% dos estudantes universitários croatas afirmam que deixaram o país uma vez finalizados seus estudos pela escassez de trabalho e a corrupção, assim que a notícia de que a Croácia entrará à União Europeia foi celebrada.

Aqui não há trabalho. Me alegro de que Croácia entre na Europa. Será mais fácil deixar-me a estudar ou a trabalhar fora [no exterior].

Tina Pekech, estudante de biologia na Croácia.

Os analistas afirmam que a entrada do país à UE trará mudanças, "porém não à noite para o dia". Os 50% dos jovens deste país se encontram sem emprego.

Em Zagreb (capital do País), foi realizada uma grande festa para a qual chegaram os altos funcionários da União Europeia, bem como os representantes dos países da região.

Na fronteira cruzando Bajakova (leia-se "Baiakova) entre croatas e sérvios alguns segundos após a meia-noite, os membros da polícia croata ter colocado uma placa União Europeia e, poucos minutos depois, na fronteira entre Croácia e Eslovênia, o ministro das Finanças, Bregani Slavko Linic, removeu a inscrição "Alfândega".

O presidente croata, Ivo Josipovic disse que a entrada na União uma grande e alegre dia para a Croácia, um novo capítulo em um livro grosso história da Croácia, um dia em que a Croácia se torna plenamente aceite e um membro de pleno direito da maior comunidade de países europeus que já existiu no nosso continente.

O primeiro-ministro croata, Zoran Milanovic anunciou que a partir de 1 de julho de 2013 esta em qualquer lugar não fuja e que permanece onde está, mas com novas responsabilidades. Falando dos países da região, disse ele, a Croácia deverá chegar aos países vizinhos, logo que aprovadas pelos critérios europeus.

Uma grande festa foi dada na capital, Zagreb, na presença do Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso e todos os chefes de Estados dos Bálcãs.

Unida na diversidade.

Fontes

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