COVID-19: vacina de Oxford deve ser produzida no Brasil a partir de dezembro

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2 de agosto de 2020

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Ministério da Saúde do Brasil e a AstraZeneca assinaram nesta sexta-feira, 31 de julho, um acordo para a produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, caso seja comprovada a sua eficácia e segurança. Inicialmente, 30 milhões de doses devem ser produzidas entre dezembro e janeiro e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021.

O Ministério da Saúde prevê um repasse de R$ 522,1 milhões para a estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos. O objetivo é ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas e tecnologia disponível para a proteção da população. Outros R$ 1,3 bilhões são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de Encomenda Tecnológica. Os valores contemplam a finalização da vacina.

A vacina, chamada ChAdOx1 nCoV-19, está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford e já está em fase de estudos clínicos no Brasil e em outros países. O acordo garante também o total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente.

Assim que disponível no Brasil, a ChAdOx1 nCoV-19 será distribuída pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), através do Sistema Único de Saúde (SUS).

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