COVID-19: novos dados indicam que vacina de Oxford produz forte resposta imunológica

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20 de julho de 2020

Novos dados disponibilizados hoje pela Universidade de Oxford - e publicados na revista científica The Lancet - a respeito da Fase I e II da vacina contra a COVID-19, chamada ChAdOx1 nCoV-19, demonstraram que os participantes do estudo que receberam duas doses da vacina tiveram uma "forte resposta imune". A universidade divulgou as informações em seu website explicando que os resultados se referem a um estudo com 1.000 voluntários adultos saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos, que receberam uma dose da vacina ainda em abril no Reino Unido. Dez (10) pessoas, para fins comparativos, receberam duas doses do medicamento.

"Os participantes vacinados tiveram anticorpos neutralizantes detectados, o que é considerado importante para a proteção, e essa resposta foi mais fortes após uma dose de reforço, com 100% do sangue dos participantes tendo atividade neutralizadora contra o coronavírus. O próximo passo no estudo da vacina é confirmar se ela pode efetivamente proteger contra a infecção por SARS-CoV-2", enfatizou a instituição, que também relatou que "não houve efeitos adversos sérios".

A Fase III da pesquisa já está em andamento no Brasil, África e Estados Unidos, com a participação de um grupo mais amplo de voluntários, que receberam e ainda receberão doses da vacina. No Brasil, a Oxford trabalha em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os resultados preliminares desta fase são esperados para setembro.

Cerca de 20 vacinas contra COVID-19 estão em fases avançadas atualmente em todo mundo.

A ChAdOx1 nCoV-19

A ChAdOx1 nCoV-19 começou a ser desenvolvida pela universidade ainda em janeiro, mas foi apenas em abril que os primeiros testes foram feitos em humanos. A pesquisa, atualmente, tem apoio do laboratório AstraZeneca.

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