Brasil contará com delegação de 301 atletas nos Jogos de Tóquio

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Jogos Olímpicos de Verão de 2020

15 de julho de 2021

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Agência VOA

Faltam 10 dias para as Jogos Olímpicos de Verão de 2020 em Tóquio e o Brasil estará presente com sua maior delegação em Jogos Olímpicos fora do território nacional. Estão confirmados os nomes de 301 atletas de 35 modalidades que vão disputar medalhas entre os dias 23 de julho e 8 de agosto. A marca anterior havia sido registrada nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008 em Pequim, em 2008, com 277 vagas.

Dos atletas titulares convocados, 240 (79,7%) fazem parte do Bolsa Atleta, o programa de patrocínio individual do Governo Federal Brasileiro. “Se tiramos da conta o futebol masculino, que não faz parte do Bolsa Atleta, o percentual de bolsistas é de cerca de 85% dos atletas que estarão representando o Brasil nas Olimpíadas de Tóquio”, disse o ministro da Cidadania, João Roma.

A maior parte dos bolsistas classificados para Tóquio integra a categoria Pódio, a principal do Bolsa Atleta. Com repasses mensais de R$ 5 mil a R$ 15 mil, a categoria é voltada para atletas que se posicionam entre os 20 melhores do mundo em suas modalidades.

“O Bolsa Atleta é o maior programa de patrocínio individual de atletas do mundo”, destacou o secretário nacional de esporte de alto rendimento, do Ministério da Cidadania, Bruno Souza. “Ele é baseado em resultados obtidos. Então, é um programa de mérito esportivo, muito diferente de um programa de assistencialismo esportivo”.

Bolsa Atleta nas Olimpíadas

Das 35 modalidades, em 19 delas, 100% dos atletas recebem o Bolsa Atleta. São elas: badminton, canoagem slalom, canoagem velocidade, ciclismo BMX, ciclismo Mountain Bike, esgrima, ginástica artística, hipismo de adestramento, levantamento de peso, maratona aquática, pentatlo, remo, saltos ornamentais, surfe, taekwondo, tênis de mesa, tiro com arco, tiro esportivo e vôlei de praia.

Já no atletismo, 49 dos 53 esportistas fazem parte do programa e dos 26 atletas da natação, 25 integram o Bolsa Atleta.

“É um auxílio que, óbvio, dá uma segurança muito maior para o bolsista de utilizar esse recurso como ele bem entender, seja na suplementação alimentar, seja na sua equipe multidisciplinar, às vezes em viagens e participações. Então, hoje é um recurso que acho que o esporte brasileiro não saberia viver sem, principalmente, o esporte de alto rendimento, que é o caso dos bolsistas atletas”, afirmou o secretário Bruno Souza.

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