Violência e alegações de fraude nas eleições em Togo

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25 de abril de 2005

Segundo reporte da rádio australiana SBS se reportaram três mortos em incidentes de violência relacionados com os protestos por fraude nas eleições em Togo, nação do oeste da África. As eleições se levaram a cabo para eleger um presidente em substituição de Gnassingbé Eyadéma, quem governa há 38 anos.

Há três candidatos para a eleição: o filho do presidete, Faure Gnassingbé, Emmanuel Akitani Bob de 74 anos, e Harry Olympio, primo do governante de Togo derrocado e assassinado pelo falecido presidente (segundo sua própria declaração) em 1963. Um quarto candidato, Nicolas Lawson, estava também inscrito mas se retirou dois dias antes da eleição por "temor à fraude preparada", segundo sua declaração à agência de notícias Voz da América.

O anterior governante morreu em fevereiro deste ano enquanto era transportado de emergência para receber cuidados médicos. O exército togolês apoiou uma não muito clara sucessão de poder para Faure Gnassingbé, que recebeu um verniz de legalidade obrigado a exercícios de leis realizados pela assembléia para destituir ao presidente da assembléia, Fambare Natchaba Ouattara, e nomear em seu lugar ao filho do falecido presidente. Faure Gnassingbé tinha informado que completaria o período de seu pai, mas a pressão internacional o obrigou a convocar a eleições.

Fontes