Venezuela declara persona non grata a quatro ex-presidentes latino-americanos

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Andrés Pastrana, um dos ex-presidentes declarados persona non grata.
Foto: Guillermo Ramos Flamerich.

18 de julho de 2017

O governo da Venezuela declarou persona non grata ("pessoa não grata" em espanhol), a Jorge Quiroga, Andrés Pastrana, Laura Chinchilla e Miguel Ángel Rodríguez Echeverría, ex-presidentes da Bolívia, Colômbia e Costa Rica respectivamente. Na noite do domingo também havia declarado persona no grata ao ex-presidente mexicano Vicente Fox.

Esses ex-presidentes participaram como observadores no referendo organizado pelo partido opositor Mesa da Unidade Democrática (Mesa de la Unidad Democrática, MUD) para perguntar à população venezuelana se deve realizar ou não a Assembléia Constituinte e que denuncia não seguir os métodos fixados na atual Constituição. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro tinha chamado o referendo de não vinculante e organizou no mesmo dia pelo governo, um ensaio de votação como ele que fará em um futuro próximo para eleger os constituintes.

Em sua conta na rede social Twitter, o chanceler Samuel Moncada, citou que Fox chegou à Venezuela para "promover a violência e a intervenção de potências estrangeiras" e que nunca mais vai poderá voltar para o país, razão pelo que o havia declarado, persona non grata. Também disse que os outros três ex-presidentes "abusaram da generosidade" do povo da Venezuela, por isso também nunca mais serão aceitos no país.

A oposição tem pedido ao governo que reconheça os mais de sete milhões de votos exprimidos em contra da Constituinte.

Fontes

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