Rússia, China e Irã ameaçam eleições americanas

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25 de julho de 2020

Na sexta-feira, 24 de julho, 100 dias antes das eleições de novembro, o diretor do Centro Nacional de Contra-Inteligência e Segurança dos Estados Unidos, William Evanina, emitiu uma declaração sobre a ameaça de interferência estrangeira nas eleições americanas.

A declaração observa que a segurança eleitoral continua sendo uma das principais prioridades da contra-inteligência nacional e está determinada a apoiar o Departamento de Segurança Interna dos EUA e o FBI, dada sua "liderança nesta área", e informar o público estadunidense sobre crescentes ameaças estrangeiras.

"Hoje vemos como nossos oponentes buscam comprometer as campanhas políticas nos Estados Unidos", diz William Evanina. "Nossos adversários também estão tentando comprometer nossa infraestrutura eleitoral e continuamos rastreando ações cibernéticas maliciosas tentando obter acesso a redes estaduais e federais".

Os demais países, segundo o comunicado, continuam usando a mídia social e tradicional para influenciar as preferências dos eleitores estadunidenses, mudar a política americana, aumentar a discórdia e minar a credibilidade no processo democrático. Entre esses países, o documento diz que China, Rússia e Irã devem ser destacados.

Assim, a China está intensificando suas tentativas de influenciar a situação política nos Estados Unidos. Pequim reconhece que seus esforços podem afetar a corrida presidencial.

O objetivo constante da Rússia é enfraquecer os Estados Unidos e diminuir seu papel global. Usando uma variedade de meios, incluindo trolls da internet, Moscou continua a espalhar desinformação nos Estados Unidos para minar a credibilidade do processo democrático.

O Irã procura minar as instituições democráticas nos Estados Unidos e dividir o país antes das eleições. Os esforços do Irã estão centrados em influências da internet, como espalhar desinformação nas mídias sociais e, em geral, conteúdo antiamericano.

"A sociedade americana tem um papel a desempenhar na obtenção de eleições, principalmente na manutenção da vigilância contra a influência estrangeira", disse o chefe. "No nível mais básico, instamos os americanos a criticar o consumo de informações, verificar as fontes antes de repassar ou distribuir mensagens e relatar atividades eleitorais suspeitas às autoridades".

Fontes

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