Pompeo: a morte de 300 russos na Síria serviu de alerta a Moscou

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31 de julho de 2020

O secretário de Estado Mike Pompeo disse na quinta-feira (30) que a morte de 300 cidadãos russos na Síria foi um "aviso" a Moscou de que uma ameaça à segurança dos EUA poderia ter consequências. Pompeo disse isso em uma audiência no Senado.

O secretário de Estado tem sido fortemente criticado por alguns senadores em conexão com a decisão do presidente Donald Trump de que não acusar Putin por, segundo algumas fontes, pagar recompensas ao Talibã para matar tropas estadunidenses no Afeganistão.

"Não acho que nenhum líder russo, incluindo Vladimir Putin, tenha dúvidas sobre a resposta esperada dos EUA ao assassinato de americanos", disse Pompeo em uma reunião do Comitê de Relações Exteriores.

"Posso garantir que os 300 russos que estavam na Síria e tomaram ações que ameaçavam a América, e que não estão mais conosco neste planeta, também entenderam isso", disse Pompeo.

O secretário de Estado não especificou qual incidente ele tinha em mente. No entanto, de acordo com relatos da mídia, muitos cidadãos russos — presumivelmente funcionários de uma empresa militar privada — foram mortos em um ataque aéreo em fevereiro de 2018, perto da cidade síria de Hasham.

A Rússia interveio na guerra na Síria em 2015 para apoiar o Presidente Bashar al-Assad. Os militares russos tentaram evitar o confronto direto com os Estados Unidos, que também enviaram tropas para a Síria destinados a destruir o grupo terrorista do Estado Islâmico.

Fontes

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