Olimpíadas de Tóquio 2020 entram para a história por ter mais atletas que se declaram LGBTQIA

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Jogos Olímpicos de Verão de 2020

25 de julho de 2021

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Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 estão registrados na história como uma pandemia de Olimpíadas. Também são uma Olimpíada de diversidade e igualdade de gênero. Esta edição já é mais diversa que as duas edições anteriores (Londres em 2012 e Rio de Janeiro em 2016).

Uma pesquisa realizada pelo site OutSports mostra haver pelo menos 160 atletas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer e não binários este ano. Um total de 79 jogos foram disputados nos últimos dois jogos.

Um dos atletas é o jogador de vôlei, Douglas Souza, que se tornou um fenômeno nas redes sociais. Em uma postagem bem-humorada, o atleta de 25 anos mostrou imagens dos bastidores dos Jogos Olímpicos realizados durante a pandemia.

Acho que muitas pessoas pensam que o Japão é um defensor dos direitos humanos, mas é o oposto, porque não temos igualdade de casamento, não temos leis banindo discriminação baseada em orientação sexual ou identidade de gênero

disse Gon Matsunaka, fundador da Pride House, o primeiro centro LGBTQ do Japão.

Embora o Japão seja conhecido por sua forte democracia e sociedade civil, ativistas de direitos humanos dizem que está longe de abordar as questões de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e queer (LGBTQ).

A Carta Olímpica proíbe a discriminação. Embora Tóquio tenha aprovado a lei antidiscriminação há três anos, ela não tem as mesmas proteções legais para o resto do país.

Os ativistas esperam usar os Jogos Olímpicos como uma oportunidade para levantar essa questão e obter apoio público para a agenda LGBTQ.

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