Norte-americanas fazem greve no Dia Internacional da Mulher

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9 de março de 2017

No Dia Internacional da Mulher (8), os estadunidenses protestaram contra a diferença salarial e a desigualdade de gênero entre homens e mulheres. A população foi às ruas da capital Washington, Nova Iorque, Los Angeles e outras cidades menores. A manifestação foi organizada pela mesma organização que reuniu milhares de americanos em 21 de janeiro, um dia após a posse do presidente Donald Trump.

Barbara Balducci esteve com o marido John nas manifestações. “Eu acho que é responsabilidade de todos apoiar todos os americanos, homens e mulheres, e trabalhar o máximo possível para que o país vá em uma direção positiva”, diz John. Parlamentares democratas, como a líder do partido na Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, também apoiaram às manifestações.

Ericha Crawford, gerente de uma rede de mercados na capital, ressaltou a dificuldade de comandar uma equipe de dez homens “ainda mais sendo uma mulher negra”. Mucella Campbell esteve nas manifestações e afirmou que “muitas das decisões que tem sido tomadas são contra as mulheres”.

Renee Fontenot se manifestou contra os protestos e também abordou a questão da legalidade do aborto: “Eu acho que o aborto é imoral. Eu acho que ele deve ser legal, mas é errado”.

Fontes

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