Neve do Kilimanjaro derreterá totalmente em vinte anos

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3 de novembro de 2009

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Vista do Kilimanjaro
Vista da geleira do Kilimanjaro

Cientistas da Universidade de Ohio falaram sobre o futuro do gelo do cume do Kilimanjaro, a montanha mais alta da África, localizada no norte da Tanzânia.

Devido às mudanças climáticas, o gelo que havia na montanha em 1912 foi reduzido gradualmente em cerca de 85% até 2000, e de 26% até 2007. Esta foi a primeira vez que se mediu o volume de gelo no Kilimanjaro, graças ao estudo dirigido por Lonnie Thompson, professor da Universidade de Ohio.


O fato de que muitas geleiras nos trópicos e subtrópicos estão mostrando reações semelhantes sugere uma causa subjacente comum.

—Thompson

Segundo Thomson o derretimento das geleiras afetará negativamente o turismo, setor chave na economia da Tanzânia. As visitas ao Kilimanjaro lançam um rio de ingressos de cerca de 50 milhões de dólares ao ano.

Segundo os cientistas, as alterações na nebulosidade e no clima podem ser fatores da diminuição das geleiras, especialmente nas últimas décadas. Estas conclusões foram publicadas pela primeira vez na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS, em inglês) na segunda-feira.


Fontes

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