NASA descobre planeta parecido com Terra e dá nome para Kepler-452b

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Possível aspecto de Kepler-452b.
Foto: Lithcast.com/Wikimedia Commons.
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Comparação de tamanho entre a Terra e "Kepler-452b".

23 de julho de 2015

Washington, DC, (Estados Unidos) — Os cientistas da National Aeronautics and Space Administration (NASA) apresentaram à Sociedade ontem (23 de junho) às 18 horas (CEST), a descoberta de um planeta com tamanho e com condições semelhantes ao nosso planeta Terra, orbitando na zona habitável de uma estrela semelhante ao nosso Sol, batizado como o Kepler-452b, em homenagem ao satélite e a descobridora sonda Kepler, ao número indicativo para as estrelas e os planetas recém-descobertos. O anúncio do novo planeta coincidiu os 20 anos de outra descoberta histórica, quando Michel Mayor e Didier Queloz descobriram o primeiro planeta fora do nosso Sistema Solar.

Foi em uma conferência de imprensa esta quinta-feira em que a NASA confirmou o achado do planeta mais parecido com a Terra até esta data, realizado pelo telescópio espacial Kepler, especializado em caça aos exoplanetas, que fez esta estranha descoberta. Foi dado o nome deste planeta e pode ser como "um primo maior e mais antigo da Terra" ou "Terra 2.0", disse Jon Jenkins, principal analista de dados da Kepler na NASA, que encabeçou a equipe(PT-BR) ou equipa(PT-PT) que descobriu este novo mundo.

Os cientistas da NASA afirmaram que acreditam fortemente que, como a Terra, Kepler-452b seria um planeta rochoso que poderia abrigar alguma forma de vida, que teria potencialmente ter cerca de mais de 1,4 bilhão(PT-BR) ou 1,4 mil milhões(PT-PT) anos para se desenvolver. Este planeta está localizado a uma distância de 1.400 anos-luz do nosso planeta, localizado na constelação de Cygnus, a distância dele a sua estrela-mãe Sol é de ordem, em princípio, seria possível tê-la vida nele, que a estrela-mãe é do tipo G2, o que significa que esta semelhança tem o nosso Sol e ele tem cerca de 6 bilhões(PT-BR) ou 6 mil milhões(PT-PT) de anos.

Já o planeta Kepler-452b é 5% mais longe do que do que nós estamos na Terra a partir do Sol e que um ano planetário, movimento de translação em torno de sua estrela, a mesma órbita estável com 385 dias, 20 dias a mais do que nosso planeta, que é 365 dias. Já a sua área total e seu raio são maiores do que a Terra: a área é de cerca de 2,7 vezes maior e seu raio em linha do Equador é 60% maior do que o nosso planeta. O planeta é, portanto, em uma zona habitável descoberta pela sonda Kepler, onde a água líquida seria susceptível de estar presente, que poderá ser a nova Terra, de tanto tempo ser procurada.

[O planeta é] maior do que a Terra, o que nos dá uma oportunidade de entender e reflexionar sobre mudanças no meio ambiente terrestre.

Jon Jenkins, chefe de análise de dados do Kepler na NASA.

Nós imaginamos a pensar que este planeta tem mais de seis bilhões(PT-BR) ou 6 mil milhões(PT-PT) de anos em uma zona habitável para sua estrela. É uma grande oportunidade de que haja vida, se é que reúnem as condições e ingredientes para a vida estão neste planeta.

Palavras de Jenkins.

Esta é uma oportunidade substancial por uma vida a surgir, se todos os ingredientes e condições necessárias para a vida existir neste planeta.

Finaliza Jenkins.

Os dados recopilados pelo Kepler são muito ricos e a comunidade científica tem um acesso completo para poder fazer futuros descobrimentos fora destes dados, mas hoje estamos anunciando, por assim dizer, o gêmeo(PT-BR) ou gémeo(PT-PT) da Terra ou a Terra 2.0 que temos encontrado até agora nesta recopilação de dados.

John M. Grunsfeld, diretor da missão da ciência da NASA.

A única coisa ruim ao planeta Kepler-452b é que ele é muito muito longe do nosso planeta na esperança de um dia de visita. De fato, levaria para chegar a vários milhões de anos. Sua exploração parece absolutamente fora de alcance. Kepler-452b é o primeiro planeta terrestre detectado na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol que não seja o próprio Sol.

Histórico

Além de confirmar o achado, a a equipa(PT-PT) ou equipe(PT-BR) de Kepler elevou o número de candidatos a exoplanetas em 521, para chegar a um total de 4696 para a missão. Os candidatos requerem de observação especial para verificar que efetivamente sejam planetas.

O telescópio espacial Kepler irá varrer o Universo, para achar mais planetas como a Terra, que se encontram a uma distância de seu Sol, que pode aparecerem possível presença de água líquida. Enquanto a Nasa anuncia que 1.030 planetas e quase 4.700 outros corpos celestes foram descobertas desde 2009, como parte da missão Kepler, que também poderia ser planetária. Estes planetas têm, no entanto, algumas exceções, dimensões muito diferentes do que nossa Terra.

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