Líderes mundiais reagem diante a morte do presidente norte-coreano Kim Jong-il

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Palácio de Kumsusan em Pionyang, lugar donde se celebram os funerais do antigo líder Kim Jong-il.

24 de dezembro de 2011

Pionyang, Coréia do Norte — Enquanto grande parte do mundo permanece à expectativa sobre a sucessão executiva na Coréia(PT-BR) ou Coreia(PT-PT) do Norte, Kim Jong-un presidia o dia de luto pela morte de seu antecessor, Kim Jong-il (que morreu no sábado, mas o anúncio só feito na segunda-feira), em companhia de funcionários governamentais, o Partido dos Trabalhadores e do exército (que cessou seus exercícios habituais na fronteira com a Coréia(PT-BR) ou Coreia(PT-PT) do Sul).

Segundo informações da Agência Central de Notícias da Coreia (mais conhecida a nível internacional por sua sigla em inglês KCNA, Korean Central News Agency), o novo líder prestou homenagem diante ao caixão de seu pai no Palácio de Kumsusan rodeado por coroas de flores, símbolos pátrios norte-coreano e galardães que obteve o Querido Líder em vida.

O governo sul-coreano, por sua parte, apesar de dar suas condolências ao similar do norte, decidiu que, apesar de não enviar uma delegação oficial, permitirá aos famíliares do ex-presidente Kim Dae-Jung e do antigo chefe do Grupo Empresarial Hyundai, Chung Mong-hun, a quem viajem para Pionyang para os atos funeários como agradecimento aos intentos de aproximação inter-coreanos.

Respostas à nível mundial[editar]

Seguindo com Coreia do Sul, autoridades manterão um extenso monitoramento sobre a política norte-coreana, a raiz da morte de Kim Jong-il e ademais o exército sul-coreano com apoio militar estado-unidense segue cerca dos movimentos do seu vizinho apesar de que se desataram críticas sobre as notícias que ocorreram no fim de semana recentemente formuladas pelo chefe da inteligência de Seul, Won Sei-hoon.

Enquanto isso, o ministro da unificação do Sul, Yu Woo Ik, ordenou a grupos cristãos a não aproveitar do evento que passa no outro lado da fronteira a abandonarem o plano de plantar árvores de Natal na Zona Desmilitarizada, já que poderia gerar altercações aos das quais o regime de norte o considera como "provocação".

Por sua parte, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Liu Weimin, manifestou o apoio que tem o gigante asiático à Coréia do Norte, na qual resaltou sua importância como país amigo e aliado, dando a sua solidariedade ao povo norte-coreano nas atuais circunstâncias. Entretanto o presidente Hu Jintao visitou a embaixada norte-coreana em Pequim para expressar suas condolências. Enquanto no Irã, o presidente do Legislativo, Ali Larijani, fez o próprio, através de uma mensagem expressa no canal local Press TV: "Em meu nome e dos meus colegas no Parlamento eu gostaria expressar minha simpatia ao Governo e nação, oferecendo minhas condolências a você e à família de Kim Jong Il".

Países americanos como Cuba (onde foi decretado três dias de luto nacional) e Nicarágua, além da Venezuela, também contribuíram com suas mensagens de apoio para Pionyang, formulando votos pela paz e progresso na Coréia do Norte. No Chile, o sentido pésame ("pesares" ou "condolências" em espanhol) dado pelo Partido Comunista local tornou-se o objecto de questionamentos pelos partidos políticos que apóiam o governo de Sebastián Piñera catalogando-os de "indiferente, inconsequentes e inresentáveis diante à democracia".

O comediante britânico, Sacha Baron Cohen, a modo de publicidade de seu estrela The Dictator (O Ditador), expressou suas "condolências" ao falecido líder norte-coreano em um tom satírico e lhe deu o "bem-vindo" para o jovem sucessor ao "Eixo do Mal".

Fontes[editar]

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