Hackers russos acusados de tentarem roubar vacina contra COVID-19

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16 de julho de 2020

Após especulação britânica de tentativa de roubo da vacina contra COVID-19, a Rússia foi acusada também nos Estados Unidos e Canadá. Isso foi anunciado na Agência de Segurança Nacional dos EUA e no Centro de Segurança de Comunicações do Canadá.

O ataque foi conduzido por um grupo de hackers chamado APT29. Suspeita-se que eles tentaram roubar dados sobre o desenvolvimento e teste de vacinas contra o coronavírus nos três países citados anteriormente.

O Canadian Centre afirmou que o grupo "quase certamente atua como parte dos serviços de inteligência russos". O porta-voz do presidente Vladimir Putin, Dmitry Peskov, disse que Moscou não sabe quem pode estar por trás dos ataques de hackers e não tem nada a ver com eles.

Peskov considerou "improcedentes" as alegações de Londres de interferência russa nas eleições parlamentares do Reino Unido em dezembro de 2019, e que as agências de inteligência russas estão supostamente por trás da coleta de informações sobre o desenvolvimento de uma vacina.

"Não temos informações sobre invasões a empresas farmacêuticas e centros de pesquisa no Reino Unido. Podemos dizer uma coisa — a Rússia não tem nada a ver com essas tentativas. Não aceitaremos tais acusações, nem alegações regulares de interferência nas eleições de 2019", disse o porta-voz à agência de notícias TASS.

Segundo os Países Baixos, o grupo APT29 trabalha para o Serviço de Inteligência Estrangeira da Rússia. Em 2018, eles foram acusados ​​de enviar e-mails em nome do Departamento de Estado dos EUA. Acredita-se também que em 2015–2016 eles atacaram o Comitê Nacional do Partido Democrata dos EUA.

Fontes

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