Em Lima, desafio do Brasil no judô é superar as sete medalhas de 2015

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24 de agosto de 2019

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A equipe brasileira de judô que disputa os Jogos Parapan-Americanos, em Lima, no Peru, tem um grande desafio: ultrapassar a marca de 7 medalhas conquistadas em 2015, nos Jogos em Toronto. Para isso, conta com a ajuda dos novatos Thiego Marques, 20 anos, e Luan Pimentel, 22 anos, integrantes da autointitulada “Associação Albina de Judô”.

“Criamos essa brincadeira durante o Parapan-americano de jovens, em São Paulo, há dois anos, quando todos os albinos foram campeões”, explica Marques.

“Até um tempo atrás, nós não podíamos participar desses torneios, não éramos considerados deficientes. Agora podemos e, graças a Deus, estamos aqui entre os melhores para representar o Brasil”, comenta o paraense Thiego Marques, que tem baixa visão por conta do albinismo e compete na classe b3.

Natural de Parauapebas, ele afirma que vive um sonho. “A gente que é atleta sonha com esses jogos. Estar na vila, convivendo com pessoas de vários países e modalidades é uma alegria. Mas também uma imensa responsabilidade poder representar os mais de 200 milhões de brasileiros aqui nesses tatames”, diz.

“Poder compartilhar a vila com o Antônio Tenório, tetracampeão paralímpico, e com a Alana Maldonado, campeã mundial, é gratificante”, avalia o atleta.

Estreia

“Eu sou muito feliz por conseguir viver do esporte. É um orgulho estar aqui representando a minha cidade, que, antes de mim, nem tinha judô. Camapuã é bem pequena, tem apenas 12 mil habitantes. Ter conseguido chegar aqui é um orgulho. Espero que isso possa servir de inspiração para outras pessoas”, destaca o atleta Luan Pimentel.

Além dos dois atletas, o Brasil será representado nos Jogos de Lima por Alana Maldonado, Anderson da Silva, Antônio Tenório, Arthur Cavalcante, Giulia dos Santos, Harlley Damião Pereira, Júlio César da Conceição, Karla Cardoso, Lúcia Teixeira, Meg Rodrigues e Rebeca de Souza.

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