EUA: Joe Biden diz que, se for eleito, voltará à OMS

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8 de julho de 2020

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O candidato presidencial democrata Joe Biden disse que se for eleito em novembro, ele voltará à OMS "no meu primeiro dia como presidente… e restaurará nossa liderança no cenário mundial".

Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (7) que estão saindo oficialmente da Organização Mundial da Saúde (OMS). O país lidera no número de casos da COVID-19 — quase 3 milhões e perto de 131.000 mortes.

Especialistas em saúde dos EUA criticaram a decisão do presidente Donald Trump. “Abandonar nosso assento à mesa deixa os Estados Unidos fora da tomada de decisões globais para combater o vírus e os esforços globais para desenvolver e acessar vacinas e terapêuticas, deixando-nos mais vulneráveis ​​ao COVID-19”, afirma Thomas File Jr., presidente da Sociedade de Doenças Infecciosas da América.

A presidente da Fundação das Nações Unidas, Elizabeth Cousens, disse que a OMS é o único órgão capaz de coordenar uma resposta global à pandemia de COVID-19. “A retirada dos EUA também colocaria em risco décadas de progresso conquistado com dificuldade em outras áreas que importam para os americanos — acesso a vacinas no combate de doenças como poliomielite, malária e HIV/AIDS”, disse ela.

Os Estados Unidos são membros fundadores da OMS, fundada em 1948, e tem sido seu maior doador.

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