De volta à Venezuela, Chávez promete "surra memorável" na oposição nas eleições de outubro

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Hugo Chávez com a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, em 2011.

17 de março de 2012

Caracas, Venezuela — O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse hoje que dará "uma surra memorável" na oposição nas eleições presidenciais previstas para 7 de outubro. "A surra que nós vamos dar no próximo 7 de outubro será memorável (...) vai ficar registada na história das páginas políticas como um recorde nunca visto.", disse.

Hugo Chávez discursou para simpatizantes em frente ao Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano. “Estaria preocupado se a direita elogiasse os meus ministros. Se os cães ladram é porque vamos cavalgando, sigamos cavalgando", acrescentou.

Para ele, as próximas eleições presidenciais não são uma batalha qualquer. "Estamos a jogar a vida da pátria, o futuro", disse, ao pedir que os seus aliados se mantenham em campanha, "de casa em casa e de rua em rua".

Sobre a concentração de pessoas em frente ao Palácio Miraflores, o presidente destacou que é uma amostra de solidariedade pela recuperação da sua saúde. "Quero agradecer à juventude bolivariana, aos trabalhadores, às mulheres e ao homens revolucionários, por terem vindo a esse encontro no palácio do povo para este primeiro contato depois da chegada a terras venezuelanas.".

Hugo Chávez chegou ontem à noite a Caracas, depois de passar cerca de 20 dias em Havana, capital cubana, onde se submeteu a uma cirurgia para retirar um tumor na região pélvica, reincidente de um câncer que teve em junho do ano passado. Sobre a sua saúde, o presidente venezuelano contou que tem "seguido um processo de franca recuperação" e se "sente bastante recuperado em todas as funções biológicas do corpo".

Ele desembarcou no país acompanhado pela mãe e uma das suas filhas, e foi recebido pelo vice-presidente da Venezuela, Elías Jaua, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Nicolás Maduro e pelo presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello. Chávez destacou que, durante o tratamento, em Cuba, acompanhou os acontecimentos na Venezuela.

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