Covid-19: pandemia se agrava na Polônia

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10 de abril de 2021

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A Polônia foi o país da Europa que mais teve mortes por covid-19 ontem, tendo registrado 768 fatalidades. Em 2º lugar ficou a Itália, com 718 óbitos.

O país também foi o 2º do ranking a registar mais novos casos de covid, com 28.523 novas infecções, ficando atrás apenas da França, que ontem reportou 41.243 novos casos.

O total de mortes de poloneses por covid hoje já chega a 57.427, enquanto o total de casos chega a 2.528.042.

O recorde de mortes aconteceu esta semana, no dia 08 de abri, quando 954 poloneses morreram de covid num único dia, no que o jornal polonês Wyborcza chamou de "recorde sombrio".

Os números são do Worldometer.

Hospitais lotados

Segundo a agência de notícias Euronews no dia 04 passado, as internações nos hospitais poloneses haviam chegado a um ponto crítico no feriado de Páscoa e que, por exemplo, o Hospital Municipal de Bochnia, a cerca de 40 quilômetros de Cracóvia, estava com quase todos seus 120 leitos ocupados no domingo de Páscoa. Já o jornal Wyborcza reportou no dia 08 que dos dos 44.878 leitos hospitalares preparados para pacientes de covid que requerem cuidados intensivos, 78% já estavam ocupados.

A Euronews também reportou que a Europa Central e Oriental está sofrendo um surto de novas infecções. Ontem, por exemplo, em dados do Worldometer, entre os 15 países europeus que mais reportaram casos, 8 eram destas regiões: Polônia (28.523 novos casos), Ucrânia (19.676), Rússia (9.150), Hungria (7.325), Tchéquia (5.269), Romênia (4.942), Sérvia (3.405) e Bulgária (2.803).

Caos vacinal

No que o jornal Wyborcza chamou de "caos vacinal, há desde quem fura a fila, como jovens de 20 anos sendo vacinados na cidade de Rzeszów, até a falta de uma estrutura adequada para a aplicação de vacinas. Segundo o jornal, com a chegada de novos 7 milhões de imunizantes, o governo precisará criar pontos de vacinação extra e contratar pessoal adicional para aplicar as doses. "Farmacêuticos, fisioterapeutas, paramédicos, dentistas, etc, devem todos ser capazes de administrar as vacinas", escreveu o jornal.

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