Cotas em universidades brasileiras estimulam discriminação reversa, diz pesquisadora

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13 de junho de 2008

Brasil — Procuradora de Justiça no Distrito Federal e autora do livro “Ações afirmativas à brasileira: necessidade ou mito?”, Roberta Fragoso Kaufmann é uma crítica do sistema de cotas e signatária da Carta dos 113, abaixo-assinado encabeçado por anti-racistas contra as leis raciais, entregue aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Roberta diz que o modelo em discussão não resolve o problema, é inconstitucional e pode deflagrar no país uma discriminação reversa. “Falta um recorte social ao projeto de lei, essas cotas favorecem que negros ricos entrem nas universidades”, diz a autora.


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