Catar nomeia quatro mulheres para seu Conselho de Shura

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11 de novembro de 2017

Na quinta-feira, o decreto real de Catar/Qatar anunciou que 28 novos membros foram nomeados para o Conselho de Shura no país. Quatro desses membros são mulheres, pela primeira vez que o Qatar nomeou mulheres para o conselho responsável por discutir a elaboração de leis e políticas governamentais.

Hind Abdul Rahman al-Muftah, Dr. Hessa Sultan al-Jaber, Reem al-Mansoori e Aisha Yousef al-Mannai são as novas nomeações femininas para o conselho de 45 membros. O decreto foi emitido pelo Emir Sheikh w:Tamim bin Hamad al-Thani. A Dra. Hessa al-Jaber já havia servido como ministra da Comunicação e Tecnologia da Informação. Ela foi empossada em 26 de junho de 2013 e foi nomeada pelo emir Hamad al-Thani.

A Dr. Jaber não foi a primeira mulher a entrar na política no Catar. Em 2003, Sheikha Ahmed al-Mahmoud tornou-se a primeira mulher a se juntar ao gabinete Catar/Qatar e actuou como Ministra da Educação. O Dr. Ghalia Al Thani foi a única outra mulher, até a nomeação do Dr. Jaber em 2013, para servir como ministra do governo de Qatar. Ela era a ministra da Saúde Pública do Qatar.

Com a crise regional em curso entre o w:Bahrein, o w:Egito, a w:Arábia Saudita e os w:Emirados Árabes Unidos contra o Catar, o governo qatariano trouxe algumas mudanças às suas leis nos últimos cinco meses. A lei de residência foi alterada e modificaram leis trabalhistas para trabalhadores estrangeiros trabalhando para os preparativos para a Copa do Mundo FIFA de 2022. A FIFA (Federação Internacional de Associação de Futebol) já está enfrentando acusações sobre maus tratos de trabalhadores no Catar para a construção de estádios. Em pesquisa realizada pela organização baseada em w:Nova York, a w:Human Rights Watch, os trabalhadores tiveram que trabalhar em clima extremo para a construção do estádio.

No mês passado, o director do Escritório de Comunicação do Governo do Qatar, Sheik Saif Al Thani, disse à w:CNN que as leis trabalhistas estavam a ser avaliadas para garantir que "os trabalhadores migrantes recebessem as necessárias protecções no local".

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