CUT, UNE e MST se unem para apoiar o governo brasileiro

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16 de junho de 2005

Brasil — Segundo a webpage do Partido dos Trabalhadores, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) vão iniciar manifestações de protesto contra a corrupção e de apoio ao governo, o qual dizem que é vítima de um golpe promovido pelo PFL e pelo PSDB.

Essas organizações e outras irão constituir a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) que irão às ruas para protestar e apoiar o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Luiz Marinho, o presidente da Central Única de Trabalhadores (CUT), ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT): "Não podemos aceitar calados a lógica golpista que está em andamento".

Ele também disse:

Evidentemente que não temos nenhuma dúvida de que todas as denúncias de corrupção devem ser investigadas. Agora, é preciso lembrar que esse problema da corrupção não surgiu hoje. Ele está sendo utilizado como uma cortina de fumaça para enfraquecer ao máximo o presidente Lula ou mesmo para criar um clima de impeachment. Nós estamos reclamando que há pouca mudança, queremos mais, mas as elites não toleram sequer essas pequenas mudanças que o governo vem fazendo.

O dirigente do MST João Pedro Stédile, disse que "Agora é guerra". Ele disse que o MST é contra o "golpismo" do Presidente Fernando Henrique Cardoso, do Presidente George W. Bush e contra a corrupção.

O presidente da UNE, Gustavo Petta disse:Essa direita apresenta-se hoje como guardiã da ética, mas quando esteve no poder durante o governo FHC esmerou-se em engavetar CPIs e abafar as inúmeras denúncias de corrupção naquele período, em especial durante o processo de privatizações.

Segundo o presidente da UNE, no dia 1 de julho haverá em Goiânia, durante o congresso nacional da UNE, uma grande manifestação, em conjunto com a Coordenação dos Movimentos Sociais, outros partidos políticos de esquerda e governadores.

Segundo as organizações, a manifestação do dia 1 de julho irá ser a primeira de muitas manifestações. Elas disseram que convidarão outras organizações, entre elas, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB ) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para uma reunião no próximo dia 21 de junho.

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Fontes