COVID-19: estudo divulgado pela Universidade de Oxford sugere que dexametasona ajuda a reduzir as mortes

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16 de junho de 2020

A Universidade de Oxford anunciou hoje que a substância dexametasona ajudou a reduzir em até 30% as mortes de pacientes graves e em até 20% as mortes dos demais pacientes internados devido à COVID-19. Os dados foram divulgados após um ensaio clínico randomizado para testar uma variedade de tratamentos potenciais em 11.500 pacientes internados desde março passado no Reino Unido.

"2.104 pacientes foram randomizados para receber dexametasona 6mg uma vez por dia por dez dias e foram comparados com 4.321 pacientes randomizados apenas para os cuidados habituais. Entre os pacientes que receberam os cuidados usuais isoladamente, a mortalidade em 28 dias foi mais alta naqueles que necessitaram de ventilação (41%), intermediária nos pacientes que precisaram apenas de oxigênio (25%) e menor entre aqueles que não necessitaram de intervenção respiratória ( 13%). A dexametasona reduziu as mortes em um terço nos pacientes ventilados e em um quinto em outros pacientes recebendo apenas oxigênio", escreveu a universidade no texto divulgado, adicionando que "dada a importância desses resultados para a saúde pública, os pesquisadores estão trabalhando para publicar todos os detalhes o mais rápido possível".

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