Brasil: ataques de família Bolsonaro e aliados à imprensa chegaram a 580 em 2020

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31 de janeiro de 2021

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Por Brasil de Fato

Em 2020, o presidente Jair Bolsonaro (apartidário), sua família e aliados são conhecidos por agredir a imprensa e jornalistas, perseguindo profissionais desta categoria 580 vezes. O número é resultado de pesquisa da ONG Jornalistas Sem Fronteiras (RSF), que acompanha esse tipo de evento no mundo.

Conforme a pesquisa, o presidente-executivo e seus filhos ocupam as quatro primeiras posições no ranking de ataques. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) liderou a lista com 208 ataques. Em seguida vem o presidente, com 103 pessoas, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), com 89 casos, e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), com 69 casos. Juntos, eles têm um total de 469 casos.

Também fazem parte da lista os ministros Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e Onyx Lorenzoni (Cidadão), além do Vice-Presidente da República Hamilton Moran e outros nomes.

Segundo ONGs, as redes sociais são o palco principal do ataque. Por exemplo, o Twitter hospeda 409 e o Facebook registrou 10, sendo 17 casos da chamada "vida". Mas a Internet não é a única base de pesquisa da organização. Também inclui entrevistas e aparições públicas, incluindo notícias informais de Bolsonaro realizadas perto do Palácio da Alvorada em Brasília (DF), onde mora. Conferência.

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