Bielorrússia: a violência governamental continua

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11 de agosto de 2020

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A candidata presidencial da Bielorrússia Svetlana Tikhanovskaya, sob pressão das autoridades, deixou o país nesta terça-feira, 12 de agosto. Ao mesmo tempo, uma parte da equipe de Tikhanovskaya permanece “refém”.

Recorde-se que Svetlana não reconheceu os resultados das eleições presidenciais, cujo vencedor foi Aleksandr Lukashenko. Segundo a oposição, foi Tikhanovskaya quem ganhou as eleições, com uma vantagem significativa.

Enquanto isso, o último dia na Bielorrússia foi novamente marcado por protestos em massa em várias cidades e violência policial. Segundo dados oficiais, há pelo menos um morto entre os manifestantes.

Anteriormente, o Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, fez uma declaração sobre a situação.

“Os Estados Unidos estão profundamente preocupados com a forma como as eleições presidenciais de 9 de agosto na Bielorrússia foram conduzidas, que não foram livres e justas”, disse Pompeo. “A intimidação de candidatos da oposição e a detenção de manifestantes pacíficos e jornalistas prejudicaram o processo”, disse ele.

O Secretário de Estado exortou o governo bielorrusso a libertar os detidos ilegalmente. Além disso, Pompeo condenou veementemente a violência contra manifestantes e a detenção de opositores, bem como a censura na internet para limitar a capacidade dos bielorrussos de trocar informações sobre a eleição e manifestações.

Fontes

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