Autoridades do Rio de Janeiro se reúnem em emergência após onda de violência

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3 de outubro de 2014

Apenas alguns dias antes das eleições presidenciais, Rio de Janeiro, viveu uma onda de violência que causou a morte de cinco pessoas nos últimos três dias. De acordo com José Mariano Beltrame, secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, a violência afetou favelas ocupadas por policiais e militares, ao mesmo tempo que se procura expulsar narcotraficantes (traficantes de drogas).

Por ocasião dos tiroteios nas favelas, Luiz Fernando Pezão, governador do Estado e Beltrame realizaram uma reunião de emergência na manhã desta quinta-feira para discutir as medidas a se implementar para afrontar a situação dos tiroteios na zona norte da cidade.

Segundo El Mundo, "um de os incidentes mais graves ocorreu na quarta-feira passada no conjunto das favelas da Maré" quando dois tiroteios "causaram o pânico e obrigaram a interromper o tráfego de veículos". Após o confronto, a polícia informou a descoberta de dois cadáveres perto da comunidade. Igualmente, as favelas do Alemão, Vila Cruzeiro, Rocinha e Mangueira, sofreram de situações similares (Em espanhol Video: Soldados brasileños y narcos se enfrentan a tiros en una favela de Río de Janeiro ([Vídeo: Soldados brasileiros e traficantes se enfrentam a tiros em uma favela do Rio de Janeiro]).

Nos últimos três dias, registraram cinco mortes e a suspensão das aulas em várias escolas, para um total de 10 000 estudantes afetados, por causa da forte insegurança e os intensos tiroteios. Enquanto isso, Beltrame disse: "Existe uma predisposição a conflitos. Não posso dizer que este totalmente relacionado [com as eleições], porém há que lembrar que durante o período de reflexão em 2007, os traficantes incendiou um ônibus cheio de pessoas, atiraram sobre policiais e em 2010, causou numerosos incêndios. Agora teremos essas mesmas ações de novo".

Enquanto isso, o Estado de Santa Catarina, viveu esta quarta-feira, o sexto dia de uma onda de ataques, supostamente coordenados por líderes do Primeiro Grupo Catarinense nas prisões, onde se encontram presos. Na madrugada de quarta-feira, dois homens armados em uma motocicleta dispararam contra a sede do governo local. A polícia militar disse que desde sexta-feira passada, foram contabilizado 52 ataques em 20 cidades do estado.

Finalmente, Beltrame anunciou na sexta-feira, que vai acontecerá "operações de repressão por parte da tropa de elite e Polícia Civil", também vai dobrará o número de patrulhas e reforços dos policiais em regiões em conflito.

Fontes[editar]

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