700 mil pessoas pedem a demissão do chefe da OMS

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2 de abril de 2020

Tedros Adhanom
Tedros Adhanom em maio de 2018

Em torno de setecentas mil pessoas assinaram um pedido para a demissão do chefe da Organização Mundial da Saúde Tedros Adhanom. Elas acusam a organização de ser lenta e de não verificar as informações sobre o SARS-CoV-2 fornecidas pela China.

Devido à pandemia, iniciaram-se diversas acusações contra os chineses. As autoridades do Japão afirmaram que a China estaria ocultando a verdadeira extensão da epidemia no país. Os Estados Unidos também acusaram a China de colocar o mundo em perigo por não notificar o SARS-CoV-2 no estágio inicial da epidemia em Wuhan, província de Hubei, e o presidente Donald Trump causou atrito com as autoridades de Pequim chamando publicamente o COVID-19 de "vírus chinês".

Por outro lado, uma porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China chegou a afirmar que o vírus foi introduzido em Wuhan pelos americanos e autoridades dizem que as alegações dos EUA são difamatórias e tentam empurrar a responsabilidade para a China.

Atualmente, o número de infectados já ultrapassa um milhão.

Fontes

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