Venezuela acusa DEA de colaborar com narcotraficantes

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6 de março de 2007

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A Venezuela rechaçou críticas dos Estados Unidos da América e afirmou que não precisa assinar nenhum acordo anti-drogas com nenhum país do mundo. Os EUA acusaram a Venezuela de favorecer o narcotráfico devido à negativa venezuelana de assinar um acordo anti-drogas.

O Ministro da Justiça da Venezuela, Pedro Carreño, acusou a DEA de estabelecer laços com narcotraficantes em 2005, poucos antes de Hugo Chávez suspender os acordos de cooperação existentes.

Depois da publicação do relatório do Departamento de Estado Americano, Carreño reiterou as acusações dizendo que "através desta organização [DEA] saía do país uma grande quantidade de contrabandos de drogas, por meio da figura de entrega vigiada, e nunca se obtinha informação no país e portanto determinamos que estávamos em presença de um novo cartel da droga".

O presidente George W. Bush ofereceu à Venezuela a soma de US$2,2 milhões por ano para o combate ao tráfico de drogas. A Venezuela recusou a ajuda e o dinheiro foi oferecido para a Colômbia que aceitou.

Para provar suas acusações os Estados Unidos mostram números que indicam que o número de apreensões na Venezuela reduziu, enquanto que em outros países aumentou. A Venezuela por sua vez afirma que está fortemente comprometida a combater o tráfico de drogas e evitar que o país seja usado como uma ponte para o narcotráfico.

Fontes