Três nações e o mesmo problema: a Vale

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4 de janeiro de 2012

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À medida que se espalhava a influência das mineradoras de Vale, trabalhadores do Canadá, Moçambique e Brasil reuniram-se para enfrentar empresas multinacionais em três países de saqueio.

A delegação foi composta por cerca de 30 membros de sindicatos, movimentos sociais e políticos de três países, em Guararema, interior de São Paulo, na Escola Nacional Florestan Fernandes, saia um a um, vá para São Luís, e acabe no Maranhão.

O moçambicano Fabião Bernardo Manançia, presidente do Sindicato Nacional das Indústrias da Construção Civil, Madeira e Minas de Moçambique, que participou no encontro, referiu: “No início era mais uma reunião para analisar a situação entre os movimentos actuais.” Foi realizado de 22 de novembro a 2 de dezembro.

No Maranhão, capital, eles visitaram o complexo Porto do Itaqui, onde o minério Carajás era transportado para outros países, e os navios podiam transportar até 400 mil toneladas. Produto é cerca de três vezes as 160.000 toneladas de produtos transportados por navios comuns.

No entanto, esta mineradora investiu 2,35 bilhões de dólares americanos em 19 dos maiores cargueiros do mundo. A frota destinada ao mercado asiático, especialmente China, foi atendida pela China Shipowners Association-COSCO (China Ocean Shipping Company) é uma empresa estatal e uma das maiores companhias marítimas do mundo.

“A Vale está tentando controlar o mercado de frete da mesma forma que controla o preço do minério de ferro”, disse Zhang Shouguo, vice-presidente da COSCO, à revista Bloomberg em uma entrevista em agosto.


Fontes

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