Sobem para 40 mortos, os atentados de Natal na Nigéria

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26 de Dezembro de 2011

Subiu para 40 mortos, o número de mortes em uma série de ataques contra igrejas e forças de seguranças nigerianas durante a celebração de cultos de Natal em igrejas cristãs no norte da Nigéria. Houve explosões e tiroteios em igrejas de Madalla (perto da capital Abuja), Jos, Gadaka e Damaturu. O grupo fanático islâmico e terrorista Boko Haram, uma seita muçulmana na Nigéria, assumiu a responsabilidade de todos os ataques.

Os atentados foram condenados internacionalmente, em governos dos países europeus e dos Estados Unidos. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou «fortemente» os atentados, através de nota: «O secretário-geral apela mais uma vez ao fim de todos os atos de violência sectária no país e reitera a sua firme convicção de que nenhum objectivo pode justificar este tipo de recurso à violência» e expressou as suas condolências ao povo nigeriano e às famílias enlutadas que perderam os seus entes queridos na sequência de atentados no dia de Natal.

A cidade de Damaturu, no nordeste da Nigéria, umas das cidades onde houve recentes ataques, cerca de 90 mil pessoas abandonaram a cidade, após os violentos confrontos entre combatentes islamitas do Boko Haram e forças de segurança na última semana. "Temos actualmente cerca de 90 mil pessoas deslocadas após os confrontos de Damaturu", destas 90 mil pessoas, "cerca de 40 mil vêm da zona de Pompomari, que está completamente deserta", que alguns deslocados perderam as suas casas e outros fugiram por razões de segurança (...). Aconselhámos os deslocados a não ir para um campo temporário por razões de segurança. A maior parte deles encontrou refúgio em casa de amigos e familiares na cidade e nas aldeias vizinhas", disse o coordenador para a região do nordeste da Agência Nacional de Socorro, Ibrahim Farinloye.

A Nigéria é, ao lado de Angola, o principal produtor de petróleo da África Subsaariana e o mais populoso país africano, com 160 milhões de habitantes, divididos sobretudo entre muçulmanos no Norte, cristãos e amitistas no Sul.

Fontes[editar]

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