SIP denuncia "assédio" à imprensa na Nicarágua, Venezuela e El Salvador

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25 de outubro de 2020

A Associação Interamericana de Imprensa (SIP) divulgou nesta sexta-feira as conclusões de sua 76ª Assembleia Geral sobre a Nicarágua, Venezuela e El Salvador, entre outros países da região, para as quais aponta assédio à imprensa.

O encontro, que aconteceu de 21 a 23 de outubro, deixou claro que a liberdade de imprensa continua ameaçada no continente e que tanto a crise econômica quanto as medidas preventivas para frear a COVID-19 geraram novas situações que violam os direitos da mídia e dos jornalistas.

Em nota, a SIP afirma que durante a pandemia "os ataques e as pressões sobre a imprensa não diminuíram, mas pioraram".

No caso da Nicarágua, a organização condenou as ações de "perseguição" da polícia contra jornalistas e a sociedade civil, e também criticou duramente o uso da cobrança de impostos como arma para punir a mídia e "acabar com ela".

A Venezuela foi outro dos países da região onde a SIP noticiou ataques à imprensa, além de destacar um risco extra para quem denuncia "tráfico de drogas".

Segundo a instituição, com sede em Miami, na Venezuela, “o governo de Nicolás Maduro intensificou a perseguição e prisões arbitrárias de jornalistas como forma de intimidação e censura”.

A SIP afirma que o governo de Nayib Bukele “completou seu esquema de propaganda governamental com pressão de conteúdo e lançamento de dois meios oficiais: um telejornal e o Diário de El Salvador, nas edições impressa e digital”.

Outros países sobre os quais também foram emitidas resoluções foram México, Honduras, Colômbia, Cuba, Brasil e entre outros.

Fontes

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