São Tomé e Príncipe: Educação e Saúde registam certos avanços, mas falta o salto qualitativo

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

Agência VOA

9 de julho de 2015

Nos primeiros dias da independência, São Tomé e Príncipe definiu a saúde e educação como pilares do desenvolvimento.

Nas duas áreas foi feito investimento na formação técnico-profissional. E graças à cooperação internacional, centenas de quadros foram graduados no estrangeiro.

É assinalável, por exemplo, a expansão do ensino público a locais onde no tempo colonial não havia.

“O objectivo de alargar o ensino foi alcançado, mas há problemas,” diz José Carlos Trigueiros, um dos técnicos do Ministério da Educação, Cultura e Ciência, que tem acompanhado a evolução do sector.

Trigueiro explica que “o acesso massivo foi feito à custa da qualidade. O nível de ensino hoje é muito baixo e a oferta pública é muito baixa”.

Na área de saúde, os profissionais orgulham-se da capacitação técnica, mas lamentam as deficientes condições de trabalho.

Fonte

Compartilhe essa notícia: Shared via Email Compartilhe via Facebook Tweet essa reportagem Compartilhe via WhatsApp Compartilhe via Telegram Compartilhe via LinkedIn Compartilhe via Digg.com Compartilhe via Newsvine Compartilhe via Reddit.com Share on stumbleupon.com Compartilhe via Technorati