Recontagem no Wisconsin que ampliou número de votos de Biden custará 3 milhões a Trump

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29 de novembro de 2020

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Definitivamente Donald Trump pode dizer que perdeu em dobro, não só porque "perdeu as eleições novamente" após as recontagens em seis estados chave, mas também porque sua conta bancária agora está menos volumosa: é que uma lei do Wisconsin obriga o candidato que quiser a recontagem a pagar por ela. No caso de Trump, isto lhe custou 3 milhões de dólares.

E o pior ainda foi que, no final da nova contagem, Joe Biden ampliou o número de votos em 87 no estado.

Em Wisconsin, segundo o Washington Post, "a campanha do presidente procurou usar o processo de recontagem para invalidar dezenas de milhares de cédulas legais".

Após o resultado no estado, Jenna Ellis, uma assessora jurídica de Trump, disse que a recontagem “revelou sérios problemas relacionados à legalidade das cédulas lançadas" e que Trump apenas queria "todos os votos legais e apenas os votos legais".

No entanto, até agora, mesmo após as recontagens e auditorias, não houve indício de fraude ou votos ilegais.

Num texto ontem, o mesmo Washington Post chamou a tentativa de Trump de invalidar a eleição de "fantasia e fracasso".

Veja como foram os embates de Trump nos estados onde ele pediu a recontagem:

  • Arizona: o processo de recontagem e auditoria continua, mas o resultado é esperado para os próximos dias;
  • Geórgia: uma auditoria certificou a validade dos votos;
  • Michigan: a recontagem certificou a vitória de Biden;
  • Nevada: o processo de auditoria continua e o resultado final deve sair nos próximos dias;
  • Pensilvânia: o pedido para interromper a contagem foi negado por um juiz. A equipe de Trump recorreu e teve o pedido negado novamente;
  • Wisconsin: a recontagem certificou a vitória de Joe Biden, que teve, inclusive, 87 votos a mais.

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