HIV/SIDA: autoridades são-tomenses dizem que situação está controlada

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1 de dezembro de 2020

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Os dados mais recentes apontam para uma taxa de prevalência de 0,5% de HIV/SIDA em São Tomé e Príncipe que tem uma população estimada em 200 mil habitantes.

De acordo com o último estudo do Programa Nacional de Luta contra a HIV/SIDA, nos grupos de risco a taxa de prevalência não ultrapassa os 2%.

Bonifácio de Sousa, coordenador do programa, afirma que as 840 pessoas que vivem com a doença em São Tomé e Príncipe são apoiadas pelo governo.

“Têm tratamento e consultas gratuitos e os mais necessitados recebem uma cesta básica no quadro do financiamento do Fundo Global”, disse Sousa, assegurando que a situação no país é estável.

Já António Amado Vaz, presidente da Associação são-tomense para a Promoção Familiar, que em parceria com o governo também garante tratamento e consulta gratuitos aos doentes, mostra-se satisfeito com os resultados alcançados nos últimos anos.

“Tínhamos uma taxa de prevalência de 1,5%, e agora ela situa-se em 0,5%, mas isto não significa que está tudo bem, temos que reforçar todas as ações de luta e prevenção da infeção pelo HIV”, alerta Amado Vaz.

Celso Fernandes, presidente da associação Apoio à Vida, organização não governamental que congrega pessoas que vivem com a doença, pede mais apoio ao governo.

“Todos sabem que o tratamento que fazemos exige uma boa alimentação. É verdade que algumas pessoas recebem a cesta básica, mas há muitas ainda, que também precisam”, pontua Celso Fernandes, quem também é portador do HIV e mostra-se satisfeito pelo estigma ter diminuído consideravelmente no país.

São Tomé e Príncipe está entre os países da sua sub-região com a melhor taxa de prevalência do HIV/SIDA.

Fontes

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