Grupo de dissidentes políticos cubanos deixa o país para viver na Espanha

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Agência Brasil

8 de abril de 2011

Trinta e sete dissidentes políticos cubanos, acompanhados por cerca de 200 parentes, deixaram ontem (7) Cuba rumo à Espanha. O voo foi fretado pelo governo espanhol. É o maior grupo de dissidentes políticos que deixa Cuba depois de um acordo, no ano passado, entre os governos espanhol e cubano e a Igreja Católica.

No total, 115 prisioneiros políticos cubanos passaram a viver na Espanha. Um dos dissidentes que deixou Havana ontem é Orlando Fundora, que seguiu para Madri acompanhado pela mulher Yolanda Estupinan, que foi libertado há dois anos por questões de saúde.

As libertações ocorreram depois de uma longa negociação entre o governo de Cuba e o cardeal Jaime Ortega, da Igreja católica, sob mediação do governo da Espanha. Na ocasião, o acordo foi para libertar 52 dos 75 dissidentes políticos que foram detidos.

Pelo menos 12 dos presos políticos libertados recusaram-se a partir para a Espanha e insistiram em continuar em Cuba. De acordo com autoridades cubanas, no grupo que passou a viver na Espanha há também condenados por delitos como terrorismo e pirataria.

Fontes

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