Greve paralisa 1200 maquinistas em Portugal

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24 de dezembro de 2011

Portugal — Os maquinistas da Caminhos de Ferro Portugueses, também conhecida como Comboios de Portugal (CP), entraram em greve ontem, deixando 1 100 comboios (ou trens) sem circularem.

O presidente do sindicato dos maquinistas, António Medeiros, disse ontem à Lusa, diz que a greve conta com a adesão de 1.200 trabalhadores, a totalidade dos associados do sindicato.

A greve está a decorrer com a realização dos serviços mínimos de forma completa.

António Medeiros

O sindicalista disse que a paralisação, que vai prolongar-se durante sábado e domingo, está a contar com a "adesão da totalidade dos associados do sindicato", ou seja, 1.200 maquinistas da CP.

Inicialmente, nas primeiras horas da greve, a imprensa portuguesa noticiou que eram 900, mas o número aumentou no decorrer do dia.

Até às 16:00, tinham sido cancelados 762 comboios da CP devido à greve, segundo as informações fornecidas à Lusa pela porta-voz da empresa, Ana Portela.

De acordo com a responsável, «até às 16:00, circularam 135 comboios». Num dia normal, teriam circulado, no mesmo período horário, 897 comboios.

A greve, agendada pelo sindicato dos maquinistas, começou à meia-noite e prolonga-se até domingo, numa primeira fase, tendo como objectivo contestar os processos disciplinares ilegais alegadamente interpostos pela empresa.

A paralisação está também marcada para 1 de Janeiro e ao trabalho extraordinário até ao final deste mês.

A CP estima um prejuízo de 2,5 milhões de euros com a greve da época natalícia.

Desde Fevereiro, as greves na CP já causaram um prejuízo acima dos dois milhões de euros, de acordo com a transportadora.

Fontes[editar]

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