Furacão Eta matou mais de 100 pessoas na América Central

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7 de novembro de 2020

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O furacão Eta deixou um rastro de destruição em mortes em sua passagem pela América Central, onde tocou solo na Nicarágua no dia 03 de novembro passado com ventos de 240km/h, atingindo também o nordeste de Honduras. Um dias depois, já classificado como tempestade tropical, o sistema seguia rumo ao interior do continente, onde, segundo o presidente da Guatemala, deixou ao menos 150 desaparecidos no país depois que uma enxurrada soterrou boa parte da aldeia indígena Quejá, em San Cristóbal Verapaz.

Em Honduras ele afetou, de alguma forma, mas de um milhão de pessoas e ao menos 7.100 pessoas tiveram que deixar suas casas devido as inundações provocadas pelas intensas chuvas causadas pelo fenômeno. Entre os desabrigados está o porta-voz do Ministério Público (MP), Elvis Guzmán, que perdeu tudo por causa da enchente.

O furacão também deixou desabrigados e mortos na Nicarágua e em Honduras.

Eta ruma para Bahamas, Cuba, Ilhas Cayman e Flórida

Os meteorologistas norte-americanos anunciaram no início deste sábado que o Eta, agora uma depressão tropical, vai "se fortalecer gradualmente" à medida que se move em direção às Bahamas, Ilhas Cayman e Flórida.

O Centro Nacional de Furacões (NHC emitiu um alerta de tempestade tropical para as Ilhas Cayman, noroeste das Bahamas e para as províncias cubanas de Camaguey, Ciego de Avila, Sancti Spiritus, Villa Clara, Cienfuegos e Matanzas, enquanto um aviso de "vigilância" foi emitido para a costa leste da Flórida, para Sebastian Inlet, Florida Keys, e as províncias cubanas de La Habana, Artemisa y Mayabeque, Pinar de lRio e a Ilha da Juventude.

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