Estados Unidos e China bloqueiam avanços sobre crise climática

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A Terra a partir do ano 1950 dispararam as emissões devidas a combustão de combustíveis fósseis, tanto as de petróleo como as de carbono e gás natural.
Desertificação e seca são algumas das consequências diretas da crise climática atual.

17 de novembro de 2009

Os países com mais altas taxas de contaminação do planeta deram um adiamento para tratar os potenciais acordos na próxima reunião de Copenhague/Copenhaga, onde os líderes de todo o mundo buscaram remédio à crise climática que atravessa o planeta pelo proceso de aquecimento global.

O que anticipa como adiamento até o fracasso da reunião global que ocorrerá próximo mês próximo, os mandatários dos Estados Unidos e China, apoiados por algumas das principais nações emergentes do mundo, disseram snteontem na Cingapura que não será possível estabelecer um acordo vinculante que permita a redução dos gases do efeito estufa.


Houve um acordo entre os líderes que não é realista esperar que um acordo pleno de ligação internacional de grandes dimensões pode ser negociado entre agora e Copenhague, que começa em 22 dias
Michael Froman, segurança nacional adjunto da Casa Branco.


Estas declarações ocorrem no âmbito da Assembleia da Ásia-Pacífico, APEC, com o primeiro-ministro da Dinamarca, Loekken Lars Rasmussen, o governo anfitrião da reunião/cimeira sobre crise climática que será realizada em dezembro deste ano.

Há muito se sabe que o destino da cúpula sobre o clima descansa com as duas grandes potências que mais poluem o planeta, os EUA e China. Apesar da expressão da vontade de Obama para fazer mudanças importantes em energia e meio ambiente ainda não foi capaz de chegar a acordos básicos que permitem E.U. têm leis coerentes com as fins de Copenhague.

Obama não quer repetir a história bem conhecido que as administrações democratas. Na época, Bill Clinton, havia assinado o Protocolo de Kioto, após o que a secção não no Congresso. Assim, Obama prefere obter apoio interno antes de apor sua assinatura em um acordo vinculativo desta natureza.

Enquanto isso, na China, afirmou que vai avançar nessa direcção até que haja um compromisso de correlação semelhantes dos Estados Unidos. A Indonésia, o terceiro país no ranking dos maiores emissores de carbono na atmosfera mostra na mesma posição. Por sua parte, Japão, que prometeu tomar medidas concretas para reduzir as emissões, disse que qualquer mudança até que estes não têm nenhuma dualidade por os EUA e China.

Lula critica a G-2

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, após uma reunião com o seu presidente francês, Nicolas Sarkozy, criticou fortemente a posição dos EUA e China em relação à crise ambiental e acusado de tentar montar um G-2 (Grupo de dois) sobre o clima. De visita ao Palácio do Eliseu, em Paris, capital da França, Lula disse que vai chamar Barack Obama na segunda-feira porque a maior economia "sendo a maior economia do mundo, Estados Unidos deve assumir um compromisso ousado para o meio ambiente".

Lula e Sarkozy elaboraram um documento que será apresentado na Reunião/Cimeira de Copenhague/Copenhaga, em 16 de dezembro. Brasil planeja reduzir até 39% das emissões de gases contaminados nos próximos 11 anos.

Fontes

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